
BRAZIL CORE: Quem pode representar o Brasil? – Millena Salles
Nos últimos anos — basicamente, a partir de 2022 —, o chamado Brazil Core transformou símbolos populares brasileiros em tendência global. Chinelos, lajes, bailes, camelôs,
O Laboratório de Identidades Digitais e Diversidade (LIDD), coordenado pela Professora Fernanda Carrera, é um grupo de pesquisa da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O grupo tem como foco raça, cultura digital e interseccionalidades.
Nós debatemos e produzimos conhecimento sobre raça e comunicação. Nossos interesses de pesquisa circulam por saberes ancestrais e modos de produção e circulação de conhecimento; performance racial e interação digital; comunidades virtuais racializadas; representação midiática e diversidade; raça, racismo e dispositivos tecnológicos; assim como atravessamentos raciais e interseccionais na construção de subjetividades contemporâneas.
BLOG DO LIDD

Nos últimos anos — basicamente, a partir de 2022 —, o chamado Brazil Core transformou símbolos populares brasileiros em tendência global. Chinelos, lajes, bailes, camelôs,

Na semana passada, assistindo de casa o último amistoso do Brasil antes da Copa do Mundo, me peguei tendo a seguinte conversa com o meu

O trabalho de Harmonia Rosales, artista estadunidense com descendência afro-cubana, re-interpreta os cânones da pintura, misturando elementos das culturas negras às iconografias mais conhecidas da