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LIDD NA 13ª EDIÇÃO DA SiAC

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Na última semana do mês passado aconteceu a 13ª edição da SiAC, a Semana de Integração Acadêmica e Cienfífica da UFRJ. O evento ocorreu entre o dia 25 à 29 de novembro, e o  LIDD marcou presença através das bolsistas Hellen Freitas e Millena Salles, e de Ana Luísa Costa, mestranda do PPRER pelo CEFET/RJ e integrante do nosso laboratório de pesquisa.

Dando continuidade à pesquisa sobre as problemáticas da construção identitária de mulheres lésbicas negras, Hellen Freitas fala sobre a interseccionalidade vivida por esse grupo, abarcando também a discussão da performance de gênero em mulheres desfeminilizadas. Existe uma coexistência de diferentes fatores de modo que estas nunca serão apenas mulheres ou apenas negras ou apenas lésbicas, como aponta Ariana Mara Silva (2017). Sendo assim, a partir da análise de três perfis de influencers no instagram, a pesquisa aponta para estratégias de resistência na comunidade lésbica negra, frente às armadilhas da identidade.

Seguindo no debate sobre racismo de fãs e os diversos obstáculos que mulheres negras enfrentam enquanto inseridas na indústria musical, Millena Salles abordou sobre o impacto dos dispositivos de racialidade como um instrumento de manutenção para moldar a autopercepção de pessoas negras e sustentar a ideia de raça. Além disso, a aluna de Publicidade e Propaganda discutiu a ausência de fiscalização nas discriminações raciais reproduzidas na internet e também abordou temas como interseccionalidade e o conceito “Racismo Recreativo”, de Adilson Moreira. 

Ana Luísa Costa, em seu trabalho “A beleza como produção de afetos entre mulheres negras no Brasil”, fala sobre como o cuidado estético funciona como um meio para o cultivo do afeto entre mulheres negras no Brasil. Para isso, analisando o histórico dessas mulheres nesse território, a pesquisa busca inicialmente apresentar um breve panorama social sobre como historicamente elas foram inseridas na sociedade brasileira. O trabalho transita pelo estudo da relevância das representações, que alinhadas aos discursos de poder, interferem no processo de construção de identidade racial e, consequentemente, na valorização da negritude e seus símbolos.

Por aqui, nós achamos que o LIDD foi super bem representado nesta edição da SiAC! E vocês?

Fiquem atentos(as) às nossas próximas postagens no site e em nossas redes sociais. Todos os artigos serão divulgados por aqui assim que forem publicados. 📚🤩

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